Nas sociedades contemporâneas, os cursos de ensino à distância têm vindo a aumentar, a flexibilidade de tempo e de aprendizagem que garante, é o "ex-libris" do modelo.
Para promover a aprendizagem e motivar os indivíduos a “abraçar” este modelo, os cursos de ensino à distância têm procurado desenvolver conteúdos, ferramentas e programas mais atractivos.
Vários autores organizaram pesquisas e exploraram medidas e conceitos, de modo a compreender se a educação a distância estava a obter os resultados pretendidos.
Assim, Moore (1980) introduziu a distância transaccional, caracterizada como função de diálogo e da estrutura. E concluiu que uma distância transaccional pequena promove um maior envolvimento do estudante, em contrapartida, uma estrutura elevada, produzia um menor diálogo.
Um outro conceito que surgiu durante as pesquisas foi a autonomia do estudante, que visa o controlo e a organização do estudante nas suas aprendizagens, assente em três pilares, independência, poder e suporte. No decorrer das pesquisas Garrisson e Baynton perceberam que estes dois conceitos se encontravam interligados, embora de maneira complexa, visto que um aumento de estrutura nem sempre corresponde a uma perda de autonomia.
Hoje, verifica-se que em determinados cursos de ensino a distância, as aulas estão elaboradas para obter uma distância transaccional longa, devido ao baixo diálogo que existe entre estudantes e estudantes e professores, exibindo discussões assíncronas, o que não sendo pernicioso para a aprendizagem oferece, contudo, ao estudante mais tempo para pensar e assimilar os conhecimentos.
“Em qualquer forma de ensino, a distância transaccional pode variar dependendo da forma que o curso está organizado e posto à disposição” (Moore, 1980)
Também, num contexto de ensino a distância se observa um elevado grau de autonomia, visto que o estudante aprende com os materiais de leitura e com as actividades disponibilizados pelo professor. Este elevado grau de autonomia não é linear, dado que determinadas situações levam o estudante a recorrer ao professor, e mesmo aos colegas, para esclarecimento de dúvidas que surgem durante todo o processo de aprendizagem.
Swan refuta a teoria de Moore e apresenta que “uma consistente e bem definida estrutura, é um elemento importante para o grau de satisfação do estudante e para os resultados da aprendizagem precisa”.
Em face do que está exposto, o conceito de distância transaccional encontra-se, ainda, sem dispor de uma definição concreta, necessitando de um aprofundamento, de informação, no seu conteúdo.
Para promover a aprendizagem e motivar os indivíduos a “abraçar” este modelo, os cursos de ensino à distância têm procurado desenvolver conteúdos, ferramentas e programas mais atractivos.
Vários autores organizaram pesquisas e exploraram medidas e conceitos, de modo a compreender se a educação a distância estava a obter os resultados pretendidos.
Assim, Moore (1980) introduziu a distância transaccional, caracterizada como função de diálogo e da estrutura. E concluiu que uma distância transaccional pequena promove um maior envolvimento do estudante, em contrapartida, uma estrutura elevada, produzia um menor diálogo.
Um outro conceito que surgiu durante as pesquisas foi a autonomia do estudante, que visa o controlo e a organização do estudante nas suas aprendizagens, assente em três pilares, independência, poder e suporte. No decorrer das pesquisas Garrisson e Baynton perceberam que estes dois conceitos se encontravam interligados, embora de maneira complexa, visto que um aumento de estrutura nem sempre corresponde a uma perda de autonomia.
Hoje, verifica-se que em determinados cursos de ensino a distância, as aulas estão elaboradas para obter uma distância transaccional longa, devido ao baixo diálogo que existe entre estudantes e estudantes e professores, exibindo discussões assíncronas, o que não sendo pernicioso para a aprendizagem oferece, contudo, ao estudante mais tempo para pensar e assimilar os conhecimentos.
“Em qualquer forma de ensino, a distância transaccional pode variar dependendo da forma que o curso está organizado e posto à disposição” (Moore, 1980)
Também, num contexto de ensino a distância se observa um elevado grau de autonomia, visto que o estudante aprende com os materiais de leitura e com as actividades disponibilizados pelo professor. Este elevado grau de autonomia não é linear, dado que determinadas situações levam o estudante a recorrer ao professor, e mesmo aos colegas, para esclarecimento de dúvidas que surgem durante todo o processo de aprendizagem.
Swan refuta a teoria de Moore e apresenta que “uma consistente e bem definida estrutura, é um elemento importante para o grau de satisfação do estudante e para os resultados da aprendizagem precisa”.
Em face do que está exposto, o conceito de distância transaccional encontra-se, ainda, sem dispor de uma definição concreta, necessitando de um aprofundamento, de informação, no seu conteúdo.

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